Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
No Brasil, é notório o déficit qualitativo na educação tal como mostram os dados do IBGE que indicam mais de um terço da população como analfabetos funcionais. Com taxas estáveis desde de 2009 demonstrando a permanência do problema, faz-se necessário então a aplicação de medidas para continuar a melhoria da educação como: a melhor aplicação recursos públicos de modo a efetivar o processo de aprendizagem e a promoção da educação continua.
Inicialmente, a principal causa da insuficiência no aprendizado, o sistema de ensino brasileiro encontra-se defasado em sua estruturação e nos métodos . Com a política de ‘’educação infantil’’ vigente ,o ensino médio e para jovens e adultos, acabam tendo uma grande evazão de alunos, esse pela sub oferta de educadores capacitados que atendam as necessidades do aluno no mercado de trabalho e aquele pelo desinteresse do jovem ao não visualizar aplicabilidade daqueles conhecimentos em sua vida de modo prático.
Em segundo, como consequência do enfoque na educação infantil há uma atrofia das habilidades interpretativas em adultos que realizam trabalhos onde não exercitam a capacidade da leitura. Gustave Flaubert escritor francês, já do século 19 dizia “A vida deve ser uma constante educação”, mostrando que nós como animais pensantes devemos sempre estimular o raciocínio lógico para não retrocedemos em questões de conhecimento e raciocínio.
Mesmo com o aumento no número de adesões escolares e de pessoas com diploma, quase metade dos brasileiros é considerada analfabeta funcional. Assim é necessário a efetivação do aprendizado capacitando os jovens a desempenharem sua função na sociedade brasileira como trabalhadores, e que ajude o adulto ou idoso, que não teve tal oportunidade, de se recolocar como cidadão. Em um mundo guiado pelas letras a proficiência na leitura é essencial na própria gestão de bens afetando propiciando qualidade de vida e autoconfiança a eles.
A fim de reduzir o analfabetismo funcional no Brasil, o Ministério da Educação ,a partir de um estudo detalhado analisando os dados do IAF, deve formular um plano de investimentos que garantam a adequação da educação às demandas da população e promova a isonomia no FUNDEB melhorando as EJA’s. Também, as empresas privadas diante da falta de profissionais qualificados devem aplicar cursos niveladores a certa parcela dos candidatos e promover atividade intelectuais entre os funcionários, como relatórios mensais, garantindo a constância na qualidade intelectual do trabalhador beneficiando a própria empresa.