Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 18/03/2019
Segundo a Constituição Federal do Brasil de 1988 no artigo 6°, todo cidadão brasileiro tem direitos a educação. Porém, cerca de 38% de pessoas com nível superior, ainda contém déficit de interpretar um texto ou ter domínio sobre a língua portuguesa. O descumprimento de uma educação de qualidade no ensino público, é a principal causa de termos brasileiros analfabetos funcionais, e por isso medidas precisam ser tomadas.
Todos os dias alunos da rede pública sofrem com a precariedade do ensino, mas muitos professores trazem meios para driblar essas condições, como métodos de ensino específicos, músicas e jogos. Porém se esses professores sofrem do analfabetismo funcional, consequentemente a maioria dos seus alunos também vão sofrer. O analfabetismo funcional tem sua origem nos primeiros anos que entramos no colégio, ou seja, durante sua formação acadêmica o problema já está ‘’enraizado’’ em você. Com isso torna-se mais difícil tirar um problema de uma criança do que em um adolescente, por isso esse problema se alastra.
Os brasileiros passam em média 11 anos se preparando para tentar entrar no ensino superior, onde uma das principais maneiras de conseguir , é fazendo o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), uma prova extremamente interpretativa com muitos textos e questões, mas se temos alunos com dificuldades interpretativas devido ao desrespeito do descumprimento do direito social á educação consequentemente sua pontuação irá ser baixa. Segundo o filósofo Paulo Freire “Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso aprendemos sempre.” Ou seja o caminho é longo, mas o analfabetismo funcional no Brasil tem solução.
Destarte, é necessário que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) concentre e fiscalize a liberação e utilização de recursos na educação básica, em adolescentes com o déficit e a capacitação de professores, principalmente os de português, literatura e produção textual, assim os índices cairão.