Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
Funcionando como a primeira lei de Newton, a lei da inércia, na qual afirma que um corpo tende a permanecer no seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ela, fazendo-o mudar de percurso, o analfabetismo no Brasil continua em um movimento progressivo e precisa ser parado, por meio de novos projetos sócio-educacionais e novos métodos de ensino.
No Brasil atualmente existem projetos alternativos que abrangem outras classes de estudantes, como por exemplo o EJA (educação de jovens e adultos), que proporcionam a educação geralmente no período noturno, abrangendo alunos de todas as idades. Pensando nisso o Brasil deve colocar em prática este tipo de projeto, fazendo com que todas as classes possam ser atendidas individualmente conforme suas características e nível de dificuldade, tornando o aprendizado disponível para todos.
Neste sentido pensando nos métodos de ensino que abrangem as escolas brasileiras é evidente a falta de compreensão por parte do sistema público para com os professores e alunos. Os meios pedagógicos que as escolas utilizam são fracos, incluindo apenas uma pequena porcentagem que conseguem acompanhar os estudos. Howard Gardner com sua teoria das inteligências múltiplas apresentou que existem talentos diferenciados para atividades específicas, ou seja, é necessário usar de estratégias diferentes para atingir todos os alunos. Com isso o Brasil deve adotar diferentes métodos pedagógicos que prendam a atenção do aluno e este passe a se interessar desde cedo com os estudos.
Portanto para reduzir o analfabetismo no Brasil o governo Federal juntamente com o ministério da Educação deve garantir o retorno desses jovens, adultos e idosos ao ambiente escolar, e propagandas que incentivem seu retorno. E as escolas por meio de novas criações pedagógicas que atingam todas as dificuldades dos alunos