Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 18/03/2019
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Pro-Livro em 2016, o brasileiro lê em média 2,43 livros por ano e 44% da população brasileira não lê, esses dados são alarmantes pois demonstram a falta de incentivo a leitura, ferramenta fundamental quando se trata de se ter uma boa educação, esses índices também refletem na taxa de analfabetismo funcional que ocorre exatamente pela falta de exercício e pratica na compreensão de textos e números. A partir desse viés, é valido discutir maneiras de se incentivar a leitura no país, como forma de melhor compreensão textual.
Já nos final dos anos 80, através do filme Sociedade dos Poetas Mortos se é mostrado uma realidade de um internato tradicionalista, onde através do professor de Inglês John Keating, que ensina aos seus alunos a paixão pela poesia e pela arte, por meio de aulas não convencionais se é estimulado o entendimento de poesia, que naquela época refletiam o retrato da sociedade em que eles viviam, mostrando que com novas metologias de ensino é possível estimular jovens a quer ler e estudar.
No Brasil, hoje em dia, a falta de educação de qualidade e o índice de analfabetismo no país são alarmantes, refletindo num país onde mais de 8% da população é analfabeta. O Brasil sofre desse problema educacional desde do período colonial quando a escola era para filhos e filhas de famílias de posses que até optavam por mandar seus filhos para melhores colégios na Europa, até porque existiam poucas escolas no país, mostrando que a educação no país já desvalorizada desde esse período.
O analfabetismo funcional é um problema causado pela falta de incentivo a leitura e a interpretação de textos, onde nas escolas isso deveria ser estimulado já que não adianta saber ler e escrever se não se endente o que se lê e escreve. Assim, com o apoio de Ministério da Educação em conjunto com o Governo Federal seriam implementadas leis que garantissem que em todas as instituições de ensino houvessem oficinas de leitura oferecidas pela própria instituição para se estimular a leitura e que houvesse também testes de nivelamento para que possa ser analisado o nível de entendimento textual dos alunos, assim garantindo que os alunos consigam se melhorar em suas dificuldades.