Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 22/03/2019

A taxa de analfabetismo no Brasil entre pessoas de 15 anos ou mais foi estimada em 8,7%, segundo o IBGE, o que corresponde a 13,2 milhões de analfabetos no país. O analfabetismo funcional relaciona-se com a dificuldade de compreensão de textos simples, embora a pessoa seja tecnicamente alfabetizado. Os dados afirmam que uma grande parte da população não é conhecedor da leitura e escrita em todo o Brasil.

Esse problema afeta principalmente jovens e crianças, desestimulando-os  e reduzindo a empregabilidade e oportunidades de inclusão social. A desvalorização das escolas e dos professores, faz com que muitas vezes recebam uma educação precária, pois não se trata de indivíduos que nunca tiveram o acesso a uma sala de aula, mas sim uma parcela fragilizada da sociedade que não tiveram o aprendizado continuo após concluir o ensino formal.

A causa desse alarmante índice de analfabetismo funcional é resultado de um ensino básico de pouca qualidade, ausência de incentivo à leitura, descaso do governo para com a educação, ineficiência no sistema de alfabetização atual e tal como a falta de cursos e oficinas que incentivassem a prática frequente de interpretação e leitura. Prejudicando sua convivência em âmbito social e mercado de trabalho.

Portanto medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. O investimento de projetos iniciando pelo governo federal, por meio de parcerias com instituições privadas, fortalecendo os níveis de educação básica nas escolas, influenciado crianças e jovens à pratica de leitura juntos aos pais e professores, faz-se com que o índice de analfabetismo no Brasil diminua.