Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 20/03/2019

Todos sabem que, em nosso país, há tempos, observa-se o alfabetismo funcional, ou seja, a incapacidade de compreensão que uma pessoa tem ao ler textos simples. Tais pessoas, mesmo sendo capacitadas de ler, não desenvolvem a habilidade de interpretar. Fatos históricos informam que para ser alfabetizado era só saber assinar o nome, porque só o que interessava era o voto, hoje é preciso entender o uso de palavras e seus significados em diversos contextos. Todavia, vale se lembrar que há muito a se aprender sobre o assunto, já que é perceptível o analfabetismo funcional no Brasil.

Em consequência disso, vê-se, a todo instante pessoas que trabalham com incapacidade de entender e se expressar por números e letras. Pesquisas feitas pelo Instituto Paulo Montenegro, três em cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos no país, são analfabetos funcionais.

Parafraseando, Gustave Flaubert, em que o escritor francês fala que a vida deveria ser uma constante educação, vale destacar a ligação entra eles, pois sem um não poderia ser possível o entendimento do outro.

Em suma, cabe ao governo, por meio do Ministério da Educação, empresas privadas e núcleos ativos da sociedade promover políticas públicas efetivas, através de palestras, campanhas publicitárias, além de instalar novas formas de ensino e investir no ensino a distância (EAD), com o intuito de minimizar a problemática social supracitada. Assim, em curto, médio e longo prazo uma sociedade mais junta e igualitária será formada de acordo com os deveres constitucionais.