Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 19/03/2019
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração dos Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a educação e ao bem estar-social. Conquanto, a desigualdade social e a falta de políticas públicas impossibilita grande parte da população desfrutar desse direito universal na prática.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no analfabetismo funcional. Dados mostra que três em cada 10 são analfabetas funcionais, não desenvolvem habilidades de interpretação de textos.
Faze-se mister, salientar a falta de preparo do professor na utilização de métodos eficientes, estrutura dos colégios e a falta de investimentos na educação como impulsionador do analfabetismo funcional.
Para mudar esse triste dado, políticas públicas eficientes devem ser colocadas em prática, como construções de mais bibliotecas em lugares periféricos e dentro de cada instituição de ensino, incentivo a leitura, capacitação dos professores, dominar a norma culta e ler com um dicionário .
De acordo com Luíz Ruffato ´´ se a leitura de um livro pode alterar o rumo da vida de uma pessoa, e sendo a sociedade feita de pessoas então a literatura pode mudar uma sociedade´´, dessa forma, o Brasil pode mudar essa situação.