Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 19/03/2019
A educação, na sua mais autêntica representação, apresenta-se metaforicamente como um ponte que interliga o ser enquanto indivíduo e o entendimento na forma de compreender o mundo em sua volta. Entretanto, no contexto social brasileiro essa ponte não está alicerçada de maneira sólida, tendo em vista que no âmbito social do país há fatores que impedem sua solidez, sendo o principal deles o analfabetismo, que de maneira geral afeta a construção de uma educação concreta, além de também sofrer interferência da negligência educacional brasileiro, que de forma precária constitui a educação escolar do país.
De fato, a carência alfabética dos brasileiros contribui para que a ponte da educação não esteja sólida na sociedade. Nesse contexto, o analfabetismo funcional é uma das carências alfabéticas presentes no âmbito social do país, visto que é representado pela ausência ou pela carência de interpretação de texto, além da precária prática da leitura e da escrita. Desse modo, esse analfabetismo afeta o bom funcionamento e a compreensão do corpo social do país, pelo fato de apresentar a falta de recursos linguísticos compreensíveis para a evolução da interação social.
Além disso, cabe ainda citar que a negligência educacional por parte das instituições governamentais do país também contribuem para que a ponte da educação não seja construída de maneira correta. Sob esta ótica, pode-se mencionar que a educação brasileira não possui a qualidade que deveria, poi a falta de investimentos no tocante educacional causa uma ruptura no processo da educação social. Dessa maneira, essa carência de investimentos afeta a construção do entendimento, que, muitas vezes, é realizada com negligência tendo consequências no futuro, como afirma a pequisa do site administradores, onde 70% dos indivíduo que possuem diploma de nível superior não tem a capacidade de interpretar e de ler textos eficientemente.
Portanto, para que seja possível construir uma educação sólida no país, o Governo em parceria com o Ministério da Educação deve investir em recursos educacionais, principalmente em escolas de ensino regular, objetivando solidificar uma base educacional rígida e completa para que os alunos possam aprender à ler e à escrever eficientemente. Ademais, cabe às instituições educacionais promoverem oficinas literárias e oficinas de produção textual com o intuito de induzir o alunado a criar uma hábito de leitura, de escrita e de interpretação de texto. Assim, se tornará possível ultrapassar paradigmas e conquistar uma sociedade com uma boa educação, diminuindo o analfabetismo funcional e a carência educacional do país.