Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 20/03/2019
Promulgada pela ONU em 1948 a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante à todos os indivíduos o direito à educação e ao bem estar social. Entretanto, o alfabetismo no Brasil impossibilita que grande parte dessa parcela de população desfrute desse direito na prática.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no alfabetismo. De acordo com a matéria exibida no jornal Record do dia 16 de Novembro de 2016,quase metade dos brasileiros entre 15 e 64 não sabem ler e escrever. É inadimissível encarar tais fatos num país como o Brasil.
Faz-se mister, ainda, salientar a falta de incentivo do governo como impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, econômicas e políticas é a característica da ‘‘modernidade líquida’’ vivida no século XXI. Diante de tal contexto, o site Administradores relatou que somente 8 em cada 100 pessoas tem um perfeito domínio da leitura e da produção textual.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. O governo brasileiro juntamente com escolas, poderiam criar plataformas para pessoas não alfabetizadas acessar online gratuitamente que assim possam aprender a ler e escrever dentro de suas casas. Dessa forma reduzindo a taxa de analfabetos no Brasil.