Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 21/03/2019

Atualmente, em nosso sociedade, o processo de alfabetização é assegurada por leis e é obrigatória a todas as crianças do território nacional. Porém, a taxa de analfabetismo funcional, isto é, a incapacidade e não compreensão em interpretação de textos simples, está elevada em nossa população, o que gera uma preocupação aos órgãos de educação nacional.

Estes órgãos educacionais fazem avaliações durante determinados períodos para verificar o rendimento dos aluno das redes públicas e privadas. Em umas dessas avaliações recente, a prova ABC, foi constatado que quase metade dos alunos chegam ao terceiro ano do ensino médio com o aprendizado inferior ao esperado, e isto de acordo com os órgãos responsáveis, é devido a desigualdade social e também as consequência da falha no processo educacional a partir do sexto ano no qual ocorrem grandes mudanças na vida acadêmica de muitos estudantes.

Na questão da desigualdade social, é notório através dos rendimentos nas avaliações feitas, que há uma discrepância entre os ensinos público e privado, isto é consequência do menor investimento da rede pública em educação, de acordo com diversos levantamentos feitos pelos órgãos educacionais. Já  as falhas a partir do sexto ano, começam a ocorrer devido  principalmente a troca de escolas (já grande maioria destas, não possuem o ensino fundamental completo em uma única instituição) e a mudança de professores (que a princípio este é interdisciplinar, que é alterado para vários, cada um responsável por uma matéria a partir do período citado).

Para sanar com este problema educacional, é necessário investimento e incentivo. O aluno após passar por mudanças, ele necessita de apoio e projetos que o incentivem a enfrentar as mudanças. A criação de projetos e cursos profissionalizantes o encoraja a seguir em frente e persistir, já que nesses serão trabalhados assuntos que despertam o interesse dos estudantes.