Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 21/03/2019
O analfabetismo funcional no Brasil é fruto de uma estrutura que perpetua por anos.Busca-se culpabilidade em vez de buscar alternativas para que o fato não ocorra.
Um dos problemas é a formação profissional.Profissionais chegam a rede de ensino despreparados para a realidade que vão encontrar.A formação não incluir lidar com alunos nos vários níveis de aprendizagem, com crianças com transtornos, pois a escola é inclusiva, ou seja deve atender a todos.E partindo desse principio, por não saber lidar com esse grupo heterogêneo de dificultadores, não se sente apto a reter esse aluno, visto a sua dificuldade em ajuda-lo.
Segundo ponto, é o numero de alunos por sala e sua heterogeneidade. Como atender de forma eficiente a todos , com suas particularidades?
Investir na formação profissional é um grande passo, outro seria salas com números menores de alunos e profissionais que possam auxiliar o professor na diversidade de problemas de aprendizagem. Investir também na capitação do profissional, através de cursos.
Não podemos esquecer também o papel da família, que hoje não só delega a aprendizagem de seus filhos como também espera que a escola eduque seus filhos.A família deve ser orientada, acompanhada e cobrada de seu papel, que não é só matricular o filho na escola, mas acompanha-lo em seu processo de aprendizagem, na sua caminhada, longa, na escola.
O aluno também deve ser cobrado, sabendo que a escola é o espaço para aprender, e não é a retenção que irá garantir isso.O que garantirá a aprendizagem eficiente é faze-lo compreender a importância da escola em sua vida futura.
O mais afetado, infelizmente, é o aluno quando o sistema educacional entende que inclusão é ele estar na sala de aula, que sua presença é mais importante que a aprendizagem, criando s analfabetismo funcional, criando cidadãos facil de manipular e não o que se espera a formação integral do aluno, apto para entender o mundo e suas transformações.