Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 23/03/2019
Segundo os últimos dados do Inaf, divulgados em julho de 2012, o número de analfabetos funcionais totaliza 20% dos brasileiros entre 15 e 49 anos, caracteriza-se pelo não desenvolvimento das habilidades de leitura, escrita, interpretação de texto e operações matemáticas compatíveis com a escolaridade de um indivíduo.
Quem se encontra nesta situação tem seu desenvolvimento pessoal, social e profissional comprometidos. Convencidos de que não adianta continuar na escola, muitos estudantes se afastam dela por pura falta de motivação, por não acreditarem que são capazes de vencer. O medo domina as sensações prazerosas do aprender, pois repetências anteriores, exposições diante dos colegas, humilhações dentro da sala de aula coíbem o sujeito, demonstrando que ele não é capaz. No Brasil ainda existe a concepção de que os menos favorecidos não têm condições de aprender, devendo aceitar que são a mão de obra pesada e barata do país, estando às margens da nossa pirâmide social. Para melhorar essa visão, a escola deve manter uma política educacional voltada para atender a diversidade, através de planos de ação que valorizem as habilidades e potencialidades de cada um. Seria mesmo identificar o que cada um tem de bom, em que cada qual pode colaborar com as experiências e crescimento do grupo. Portanto, é importante que desde cedo, por meio de acesso à educação, tenhamos nossas oportunidades e nossos direitos garantidos.
Para isso, é preciso um comprometimento do governo, professores, gestores escolares, de familiares, da sociedade, com a educação no brasil, pois é por meio dela que um pais cresce mais forte, seguro e promissor.