Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

Segundo o instituto de Geografia e estatística (IBGE), 91,2% da população brasileira são alfabetizada. Embora esse número seja maior se compararmos com dados do século XX, quando apenas pouco mais de 50% da sociedade do Brasil alcançara. Hodiernamente o país enfrenta outro desafio: as pessoas que entendem muito pouco os texto lidos. O analfabetismo funcional é fruto não só do ensino ineficaz, mas também pela falta da valorização dos estudos pelos indivíduos.

Indubitavelmente, o direito a educação assegurado pela Constituição Federal de 1988, cumprido de forma inoperante por parte do Estado, esteja entre as causas do impasse. Vendo-se as escolas públicas do ensino fundamental sem material didático, em consonância principalmente aos poucos professores que abordam os assuntos pedagógicos relacionando-os com o dia-a-dia do aluno, com a finalidade de os mesmos serem possuidores de habilidades necessárias para entenderem os textos lidos e também solucionarem devidos problemas matemáticos em seu cotidiano. E essa defasada aplicação de algo garantido constitucionalmente, tem gerado já nos primeiros ciclos estudantis, um grande número de  crianças e adolescentes letradas, porém analfabetas funcionalmente.

De acordo com o senso escolar de  2014, realizado pelo Instituto Nacional de estudos e pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), a evasão escolar de jovens entre 15 e 17 anos de idade é de 15%,  seja outra causa do analfabetismo funcional no Brasil. Haja vista que, essa desvalorização dos estudos, tem inserido no mercado de trabalho pessoas inaptas  para exercer de forma eficiente suas funções trabalhistas, não conseguindo interpretar as ordenanças de vossos patrões, sendo argumentos corroboradores de futuras demissões e mediante disto, amargarem de forma quase vitalícia, uma posição social estamental.

Diante do fatos citados, é evidente, portanto, que medias são necessária para resolver o impasse. Logo, O Ministério da Educação e Cultura (MEC), deve Inserir no cronograma pedagógico a ser aplicado pelos professores como um componente curricular obrigatório, aulas extraclasses dadas quinzenalmente, a fim de que os assuntos sejam trabalhados na prática, levando os alunos a serem capazes de relacionarem os temas abordados com fatos rotineiros do cotidiano. Ademais, ONGS, devem promover campanhas por meio dos meios de comunicação da sociedade rádio, televisão e digitais, destacando a importância da valorização dos estudos por parte dos estudantes ativos e os desistentes da escola, na construção dos cidadãos de sucesso social e trabalhista, dessa maneira estarão sendo orientados e incentivados a não se afastarem espaço  escolar. Ações contribuidoras para reduzir o número de analfabetismo funcional no Brasil.