Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 21/03/2019

A construção do ser social, feita em boa parte pela educação, é a assimilação pelo individuo de uma série de normas e princípios. Logo, quando o ensino não é aplicado como deve, redigindo métodos e aplicação para as pessoas, pode vir a eclodir o analfabetismo funcional. Visto que, é caracterizado pelo não desenvolvimento das de leituras, escrita, interpretação de textos e operações matemáticas compatíveis com a escolaridade de aluno.

Em primeira análise, reter a visão para o ensino de base é o primeiro passo para mitigar esse impasse. Visto que, é no suporte de base em que encontra-se o centro para desenvolver os métodos principais como: a leitura, escrita, interpretação de textos, entre outros. Além disso, as pessoas que se encontram na situação de analfabetismo funcional, tem o desenvolvimento pessoal, social e profissional comprometido geralmente por fatores ligados à exclusão ou dificuldades de comunicação.

Outro fator que comprova essa situação, é a falta de incentivos no âmbito familiar ou até mesmo no escolar, para a realização de atividades com a leitura e operações matemáticas. Além disso, cogita-se que a falta de estrutura nas escolas pode vir a contribuir com esses fatores. Por essa razão que, o índice de analfabetos funcionais só aumentam, cerca de 29% de três em  cada dez jovens e adultos de 25 a 64 anos são analfabetos, comfirma o INAF- Indicador do Analfabetismo Funcional.

Para mitigar esse impasse, é importante que o MEC juntamente com o INEP, passa investir na instalação de novos aparatos pedagógicos para reformar os métodos de ensino, tanto quanto, investir também na educação através do letramento por meio da escrita e leitura dentro de um contexto da realidade do aluno para trazer melhorias.