Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 22/03/2019
Há de se compreender que é alarmante a taxa de analfabetismo funcional no Brasil, segundo o IBOPE(2015) o número já chega a trinta e cinco milhões de brasileiros. Entende-se que, pessoas inseridas nesta realidade, tem pouca capacidade de leitura, matemática e escrita. Entre os fatores relevantes para essa discussão, é fundamental destacar que o país se encontra na posição 79 no ranking mundial de educação, segundo a ONU.
Em primeiro plano, é preciso frisar que, segundo Paulo Freire, principal pedagogo brasileiro, afirma que o estudo não se deve ser memorizado mecanicamente, mas ser desafiador que nos ajude a pensar e analisar a realidade em que vivemos. Contrariando essa percepção pedagógica, os órgãos educacionais, frequentemente, oferecem um ensino com foco em ‘decorar’ e não ‘aprender’, desestimulando os alunos e dificultando sua formação crítica. Sendo assim, se faz necessário unidades de ensino que estimulem o senso crítico e capacidade de associar a informação com sua aplicação no cotidiano, através do ensinamento criativo, que una a prática e a teoria.
Torna-se fundamental destacar também, a importância de criações de bibliotecas junto com o incentivo a leitura para o combate a ignorância, através, por exemplo, de projetos de promoções de livros. Tal afirmação pode ser ratificada com a observação de que o contato com obras literárias permite a ampliação do vocabulário, e principalmente, dinamiza o raciocino lógico e a interpretação. Assim, seria possível, minimizar as dificuldades educacionais da população.
Portanto, o índice de pessoas sem capacidade plena de interpretar e realizar cálculos simples é alarmante e um grande desafio para ser superado pela educação. Então, o Estado brasileiro deve investir mais na formação de profissionais e na infraestruturas dos lacais de ensino, para que estes possam estar preparados e fazer seu trabalha de maneira confortável e eficiente, assim, o problema abordado será minimizado.