Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
O analfabetismo funcional é caracterizado pela dificuldade de exercitar determinadas atividades que exijam interpretação de textos assim como realizar cálculos matemáticos. Essa realidade tem aumentado em grande parte das escolas públicas e demonstra a fragilidade do ensino básico, além de contribuir com o aumento da exclusão social e a redução da empregabilidade.
De acordo com Rebeca Onero da Unesco, para alcançar melhores desempenhos na alfabetização brasileira, é necessário investir na qualidade de ensino também dos profissionais, para ela professores bem capacitados reflete no desenvolvimento dos alunos e das escolas públicas. Prova disso, é a colocação do 53º lugar em educação que o Brasil, entre os 65 Países avaliados pelo Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (PISA).
Embora exista o Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC),dados apontam que o analfabetismo funcional atinge cerca de mais de 13 milhões de brasileiros. Isso se deve ao fato de se ter, um modelo de educação ultrapassado em que os professores não se preocupam em despertar o intelecto do aluno. Ademais, esse modelo mecanicista de educação que vem desde os primórdios, mesmo após às reformas na educação, está muito atrelado ao fato de que, “não se pode cobrar muito, que a criança não pode repetir o ano se não souber determinada matéria, pois com tal idade ela tem que está em tal série”. Essa realidade é sem sombra de dúvida o leme que afunda em grande parte o avanço da educação no País.
Portanto, para se alcançar o êxito na alfabetização funcional no País, o estado deveria investir mais na capacitação dos professores e fomentar as politicas públicas para educação. Assim como, os professores com a ajuda dos pais, teria de estimular o hábito da leitura,dessa forma, as crianças e jovens seriam pessoas com capacidade intelectual elevado, o que permitiria o acesso aos meios sociais e às oportunidade de emprego.