Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 22/03/2019
Na antiga Mesopotâmia a escrita foi elaborada e criada. Por volta de 4.000 a.C., os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme. Hoje, no século XXI, o analfabetismo funcional é um problema, pois muitas pessoas não dominam a leitura e a escrita ,e isso se deve a má qualidade do ensino e ao péssimo hábito de leitura.
No Brasil, segundo o INAF os analfabetos funcionais representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos. Esses dados demonstram que o governo não está investindo em educação. A má qualidade de ensino das escolas e o baixo salário dos professores fazem com que a educação seja consequência do analfabetismo e não agente transformador dos cidadãos brasileiros.
Por conseguinte, o brasileiro lê em média 2,43 livros por ano. Esses índices segundo pesquisa “retratos da leitura no Brasil” afirma que o país tem baixo hábito de leitura. Esse costume traz benefícios e ajuda no desenvolvimento da escrita e da leitura. Sendo assim, o indivíduo que lê se distancia do analfabetismo funcional e o torna um ser capaz de produzir conhecimento e mudar a vida dele.
Em suma, é visto que, para melhorar a analfabetismo funcional o ministério da educação deve aumentar os investimentos em prol da educação com mais livros nas escola e aumento de salário para os professores. Também é papel desse ministério a inclusão de livros semanais no calendário escolar para que desde cedo a criança adquira o hábito de leitura.Além disso,é importante que ofereça a extensão do projeto EJA para áreas rurais ,na qual o ensino é de difícil acesso, para que assim os adultos possam ser alfabetizados. Dessa forma, o país estaria caminhando para superação dos desafios atuais.