Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

Durante anos, o Brasil vêm progredindo em relação  a diminuição do analfabetismo, a redução da pobreza e melhorias no sistema educacional, o que ajudou em seu desenvolvimento, porém, o analfabetismo não é o único problema educacional que há no país. A dificuldade de compreensão de textos simples e de operações matemáticas fundamentais de uma pessoa tecnicamente alfabetizada chama-se de analfabetismo funcional e está presente na realidade do país.

A meta educacional do Ministério da Educação é alfabetizar crianças até os 8 anos de idade, com o Programa Mais Alfabetização. De acordo com a pesquisa do Instituto Montenegro, o indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), revelou dados alarmantes em relação aos entrevistados, demonstrando carência nas habilidades de leitura, produção de texto e operações matemáticas básicas, avaliando-os com um teste nessas disciplinas. A falta de prática é um dos motivos para o pouco desenvolvimento da capacidade dos estudantes, faltando ao aluno a competência de elaborar questões, de senso crítico e a aplicação de conteúdo na prática.

Além disso, a descontextualização de todas as disciplinas, principalmente da matemática, torna tudo mais difícil pro estudante compreender a aplicação dos conhecimentos na vida diária. E, torna de absoluta importância a ajuda dos pais em casa, auxiliando os filhos a estudar além do que é visto na escola, desenvolvendo métodos de letramento e melhorando o desenvolvimento da criticidade e capacidade de opinião própria do alundo diante dos conteúdos acessados.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para superar o impasse do quadro atual, criando um programa de capacitação de professores, ensinando-os a desenvolver métodos de contextualização dos conteúdos pros alunos. Indicar as escolas municipais e do estado, mais reuniões de pais e professores, para estarem aconselhando-os a ajudarem e acompanharem seus filhos da resolução dos conteúdos.