Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

É notório, que desde o período colonial, com a chegada dos portugueses no Brasil por meio dos jesuítas a alfabetização foi traga aos indígenas , mas de forma diferente quanto as classes superiores, assim com o passar dos anos isto foi se agravando, gerando analfabetos funcionais. Como diria o poeta Brasileiro Mário Quintana “ Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem” .Diante a isso deve ser feito algo em relação á situação precária de ensino público e a queda de produtividade nas grandes empresas

Desta forma, a falta de um ensino de qualidade nas escolas públicas é visível, pois diversos alunos que já terminaram o ensino médio não conseguem interpretar grandes textos e por conseguinte possuem dificuldades em resolver operações matemáticas, tal fator vem ocorrendo pelo fato de diversos professores acabarem passando estes estudantes de ano ou não ensinarem a forma correta de estudar, fazendo assim o índice de dificuldade de aprendizagem, de reprovação, de adolescentes que desistem da escola até pela própria realidade dentro de casa, só aumentar. Nesse sentido, de acordo com os dados do Indicador de Analfabetismo Funcional (INAF), praticamente a metade da população brasileira de 15 a 64 anos sabem ler e escrever mas não conseguem interpretar textos longos e isto é uma lastima para a sociedade brasileira.

É indubitável, os números casos de profissionais que atuam em diversas áreas sem possuírem conhecimentos básicos que todo cidadão brasileiro deveria ter, não conseguem fazer um bom serviço por conta dessas dificuldades de aprendizagem que estão presentes desde a infância ou adolescência , se tornando assim um profissional desqualificado, levando várias empresas a perder lucros e só aumentando a taxa de desemprego, muitos trabalhadores acabam não conseguindo emprego por causa desta falta de estrutura educacional, gerando assim um grande atraso econômico para o país

Congruente a determinada problemática , o Ministério da Educação (MEC) junto com o Governo Federal devem oferecer materiais diversificados para alunos de escolas públicas, alertar os professores para ficarem atentos a aqueles alunos que possuem um certo grau de complicação, nas matérias de língua portuguesa e matemática, fazer palestras em escolas, relatar o problema pelas redes sociais e disponibilizar bibliotecas públicas para todos poderem desfrutar dos livros e melhorarem a leitura de um modo divertido. Conforme o pensamento de Mário Quintana, inúmeras pessoas sabem ler mas não pegam um livro para ler, então seguindo estas propostas e investindo na leitura poderá diminuir o analfabetismo funcional.