Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 23/03/2019
A utópica realidade educacional brasileira
Analfabetismo funcional uma utopia brasileira. Segundo o Ministério da Educação a alfabetização é um processo extremamente relevante; se não ocorre uma boa alfabetização, o aluno vai ter dificuldade o resto da vida. Em contrapartida, o setor educacional demonstra negligenciamento público e governamental.
Primeiramente, o analfabetismo funcional ocorre quando os discentes sai da alfabetização e sabem apenas identificar letras e números, sem condições de aprofundamento e interpretações. No Brasil, cerca de 50% da população encontra-se em funcionalismo, o que demonstra o deficitário sistema de educação que possui a estrutura e a forma de ensino arcaica e sem flexibilidade.
Em consequência, as instituições de ensino público são obrigadas a formar indivíduos mesmo incapacitados por haver muitos alunos e poucas salas de aula, quando não ocorre a evasão escolar. Além de prejudicar o preparo do estudante, agrava as dificuldades em níveis superiores, quando comparados ao ensino privado, que obriga instituições a criarem oficinas a fim de acabar com a desigualdade de saberes básicos e igualar aos demais.
Fica evidente, portanto, que a educação brasileira é o principal fator para o analfabetismo funcional. E deste modo, cabe as escolas e instituições educacionais a partir da promoção de ações educativas, tais como: oficinas e palestras, introduzir uma educação funcional qualitativa e de equidade ao individuo de todas as idades e de classes sociais em parceria com a família e assim com seus incetivos retificar a problemática do desfuncionalismo educacional.