Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

O analfabetismo funcional é a incapacidade que uma pessoa demonstra ao não compreender simples textos, mesmo que ela seja tecnicamente alfabetizada. Essa problemática deve ser levada a sério pois prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo. Nesse contexto, deve-se analisar como o ensino de baixa qualidade e a falta de leitura influenciam nessa questão.

A educação, no Brasil, sempre teve inúmeros problemas devido ao baixo investimento recebido, a falta de estrutura para um ensino de qualidade está diretamente ligado a questão do analfabetismo funcional. Nesse sentido, o filósofo Paulo Freire já dizia como a escola deve proporcionar um ambiente favorável a troca de ensino, pois acreditava que o professor também aprende quando está ensinando seus alunos.

Ademais, a falta do hábito de ler dificulta ainda mais a problemática do analfabetismo funcional. Segundo o Instituto Pró-Livro, apenas 50% da população brasileira cultiva o hábito da leitura, isso é muito pouco comparando com a Noruega, por exemplo, onde 96% da população possui esse hábito. Em resumo, o escritor americano Mark Twain dizia “quem não lê tem pouca vantagem sobre quem não sabe ler”.

Torna-se, evidente,  portanto, que a má qualidade de ensino e a falta de leitura precisam ser combatidas. Em razão disso, o Governo Federal deve melhorar a infraestrutura das escolas brasileiras, melhorando a condição de aprendizagem do aluno. Além disso, o Ministério da Educação, deve criar programas que incentivem a prática da leitura desde cedo para que o aluno desenvolva o hábito de ler, aumentando sua capacidade interpretativa. Dessa forma, os alunos serão, de fato, alfabetizados.