Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 23/03/2019
Na Idade Média, a prática de leitura e escrita era algo visto só para a Igreja Católica e as camadas socieconômicas abastadas, sempre com realizações de medidas que as privilegiassem, no caso das classes mais pobres, foram proibidos de qualquer ato de alfabetização. Diante disso, essa problemática foi sendo carregada pela sociedade, aumentando os números de analfabetismo e desigualdade social.
Como pronunciou Isaac Newton, ’’ Construímos muros demais e pontes de menos ’’ revela o fato em que vivemos em uma civilização que a grande índice de desigualdade, logo afeta na educação, já que os desprovidos são obrigados a trabalhar muito cedo por necessidade, por isso deixam de estudar para cumprir seu serviço. Além disso, a falta de escolas próximas de áreas periféricas, como também a falta de profissionais para atender a demanda e uma má gestão pública são fatores propícios para o aumento do analfabetismo.
Concomitantemente, aumenta o numero de alienados, uma vez que não a conhecimentos básico como a leitura e a escrita, são obrigados a trabalhar nas piores condições em que muitas das vezes não se tem uma boa remuneração. Segundo o IBGE, no ano de 2016, o Brasil tem cerca de 11,8 milhões de analfabetos. Outrossim, a falta de educação amplia os casos de violência, pelo fato dos jovens desprovidos procurar maneiras para sair dessa realidade mas de modo malicioso.
Portanto, é mister que o Estado tome providencias para amenizar o quadro atual, como um maior investimento em escolas nas áreas periférica, construção de universidades com mais cursos voltados para área educacional, com a finalidade de formação profissionais para atender a demanda. Além disso, cabe ao MEC investir, por meio de verbas governamentais, em propagandas no intuito incentivar a população em buscar a alfabetização, por outro lado, a comunidade deve participar, cobrar e fiscalizar para tentar assim diminuir os casos de analfabetismo.