Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 24/03/2019
Por analfabeto funcional, entende-se aquele que, apesar de saber ler e escrever, não consegue interpretar textos e/ou organizar ideias no papel. Segundo dados recentes do Instituo Paulo Montenegro, 29% dos brasileiros são considerados analfabetos funcionais.
A maior parte da população brasileira efetuou seu ensino básico em uma instituição pública; este fato é esclarecido pelas condições econômicas-sociais nas quais encontram-se os indivíduos. Logo, para uma grande demanda, faz-se necessária a prestação de um serviço amplo e de qualidade. O Brasil apresenta, em relação ao Ensino Fundamental I, uma assistência de qualidade com profissionais competentes. Contudo, ao ingressar no Ensino Fundamental II, o aluno encontra grande defasagem no processo ensino-aprendizagem.
Diversidade dos professores, tempo insuficiente para conhecer dignamente o aluno, desistências e deficiências no conhecimento do estudante, são agravantes para a condição do analfabetismo funcional. Não há, aos alunos, a assistência que assegure o ingresso destes no Ensino Médio: a maior parte dos discentes chegam ao Primeiro Ano com dificuldades que deveriam ter sido supridas em sua Educação Básica.
Por isso, para que haja melhorias nos índices educacionais, urge que o Estado atente-se ao Ensino Básico e ao Fundamental II, visando uma melhor qualificação destes aos estudantes por meio de reformas na área da educação - ora na estrutura, ora na formação.