Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 24/03/2019
A educação sempre foi um assunto muito discutido no Brasil, pois sempre foram feitas pesquisas para acompanhar o desenvolvimento do ensino básico e médio nas escolas. Por meio destas descobriu-se que o número de analfabetismo funcional é alto, uma vez que os problemas socioeconômicos e estruturais nos educandários ainda continuam.
Segundo o Inaf (Indicador do Alfabetismo Funcional), três a cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos são considerados analfabetos funcionais.Estas pessoas têm dificuldade de compreender e se comunicar através de palavras e números em situações diárias.Realidade de muitos brasileiros,principalmente dos idosos que quando jovens paravam de estudar, apesar de estarem nas séries iniciais, para ajudar no sustento da família.
Atualmente, no Brasil existem muitas escolas precárias,sem nenhuma condição de atender as necessidades dos alunos faltando biblioteca,laboratórios e até mesmo tratamento de esgoto.Embora isso seja de conhecimento geral nada é feito para melhorar,diminuindo cada vez mais as chances de estudantes da rede pública entrarem em universidades federais.
Em virtude dos fatos apresentados, percebe-se que o Mec ( Ministério da Educação) e o Fundeb ( Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), devem realizar reuniões para chegar a conclusão de quais serão os meios mais eficientes de reformar o plano educacional regular e do Eja( Educação de jovens e Adultos),como também implementar maiores recursos nas escolas, garantindo ensino de qualidade a todos.