Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 23/03/2019
A vinda da corte portuguesa ao Brasil em 1808, ampliou a obtenção de conhecimento por meio do incentivo à leitura com a fundação da Biblioteca Nacional e criação de universidades. Todavia, a dificuldade dos brasileiros em dominar um ensino básico fundamental aos níveis de alfabetização, é reflexo da inaptidão de algumas instituições em formar indivíduos instruídos e plenamente qualificados. De fato, a negligência com o preparo disciplinar dos alunos, ofusca o espirito da educação e condiciona o pais ao atraso.
Nessa perspectiva, a omissão de um país que não prioriza uma educação básica de qualidade, coopera com o florescimento do analfabetismo em âmbito social. Pois conforme o escritor sêneca, a educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida.Assim, muitos indivíduos apresentam dificuldade em contextualizar e compreender textos longos, deduzindo apenas alumas palavras ou períodos curtos que comprometem sua capacidade interpretativa. Porquanto, o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) de 2017, revelou que apenas 1,6% dos estudantes do ensino médio demonstram níveis de aprendizagem considerados adequados a língua portuguesa. Desse modo, extinguir o analfabetismo implica em valorizar o conhecimento e estruturar os alunos.
Ademais, a ausência de uma educação sólida compromete o desempenho dos alunos, limitando sua inclusão social e restringindo seu desempenho profissional, uma vez que a falta de mão de obra especializada e a carência na busca por conhecimento no ambiente de trabalho reflete a baixa escolaridade do país.De acordo com a pesquisa do Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf) de 2001, entre os que terminam o ensino médio, 13% são analfabetos funcionais e dos que tem ensino superior , 4%. Logo, é essencial aperfeiçoar o aprendizado, transformando a cultura de abandono em conhecimento duradouro.
Portanto, convém que o Ministério da Educação invista na capacitação dos professores em sala de aula, por meio de projetos que aproximem o aluno do professor, com aulas diferenciadas no qual o aluno possa aplicar os conhecimentos, e incentivo a leitura , a fim de que a aprendizagem se torne mais sólido eficaz. Além do mais, a Fundação de Desenvolvimento da Educação, efetue politicas que viabilize a expansão do ensino a distância (EAD), por meio de desenvolvimento de cursos diferenciados que alcance as limitações de cada aluno, a fim de que um novo modelo de ensino consiga preencher as lacunas do conhecimento.