Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

O INAF, criado no ano de 2001, aponta o nível de alfabetismo funcional no Brasil entre 15 a 64 anos. Como resultado, podemos acompanhar a evolução e a dimensão deste problema. No entanto, a aprovação de alunos sem total conhecimento em séries iniciais e a omissão da rede de apoio das crianças contribuem para essa realidade.

No modelo de ensino brasileiro, as crianças nos seus  três primeiros anos na escola precisam demonstrar apenas um básico aprendizado sobre o conteúdo ministrado durante o ano, para assim, conseguir a aprovação. Contudo, alunos são passados vários anos sem o conhecimento necessário .

De acordo com o INAF, o Brasil tem 27% da sua população de analfabetos funcionais e em 2001 e 2002 esse número era de 39%. Várias vezes as crianças tem em casa responsáveis que estão nessa realidade e, por isso, acreditam que não conseguem auxiliar na formação acadêmica e deixa a responsabilidade apenas com a escola que, por muitas vezes, não possuem nenhuma atividade complementar para o aluno.

Portanto, a família e todo o conjunto que forma a rede de apoio, precisam estar presentes e serem ativos na formação das crianças e, por sua vez, o governo com projetos que reforcem os conteúdos ministrados e a formação dos professores, para que esses alunos cresçam e se tornem adultos alfabetizados corretamente.