Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
No ano de 2013, a diretora executiva, do Instituto Paulo Montenegro, Ana Lucia Lima expôs, no canal Futura, dados sobre o analfabetismo funcional, como um tema o qual compunha a realidade de 70% da população brasileira. No entanto, os estudantes apenas aprenderem a ler e, não ler para aprender, configura-se como um prejuízo frente ao avanço do meio educacional; devido a isso, demanda atuação mais decisiva de atores sociais e estatais para evitar o aprendizado superficial. Ademais, faz-se relevante abordar a origem do problema, bem como a formação de professores e materiais, como desafios para superar o anátema social.
Em vista das práticas nacionais, das culturas e costumes, o Brasil não possui uma elite intelectual, a população não tem o interesse de buscar o aprendizado. Entretanto, tal formação não se restringe só ao ambiente escolar, parte do problema é proveniente de um sistema educacional carente de novos métodos de estudos, uma vez que o problema não provém da falta de verba, nunca se gastou tanto com educação, de acordo com uma matéria do site G1. Sob essa perspectiva, o país se torna um mero reprodutor do que já foi criado e vivido.
No que tange às ações do Poder Público, são insuficientes na promoção de uma educação de qualidade, na formação de professores e materiais para o estudo; um professor mal formado, junto a meios ruins de ensino, jamais conseguirá formar bons pensadores e profissionais. Nesse contexto, a educação está longe de atender às necessidades dos cidadãos, o modelo regente educacional é obsoleto e precisa ser modernizado.
Infere-se, portanto, que alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil são necessárias. Assim, medidas são importantes, bem como: a promoção de uma nova mentalidade, partindo das estruturas formadores de opinião, como a família, onde as pessoas busquem realmente aprender e não apenas se formar; além, de uma reforma para qualificar, de maneira mais eficiente, através do MEC, os profissionais da área de educação, incentivando assim, movimentos como o ‘‘Todos Pela Educação’’.