Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 24/03/2019
No Brasil, de acordo com dados do IBOPE (2005) há cerca de 14 milhões de Analfabetos absolutos e mais de 35 milhões de Analfabetos funcionais. Nesse contexto, muitos ainda são os desafios a serem enfrentados para que reduza o número de analfabetos funcionais no Brasil. Por um lado, de acordo com o sociólogo Émile Durkheim, “a educação é uma socialização da jovem geração pela origem adulta”. E quanto mais eficiente for o progresso, melhor será a evolução da comunidade em que a escola esteja inserida. Entretanto, o grande vazio de recursos fornecidos pelo estado para instituições de ensino, faz com que o ensinamento juvenil se torne precário, corroborando com o problema do analfabetismo. Por outro lado, estudos feitos pelo Instituto Ayrton Senna indicam que a cada ano 3 milhões de jovens abandonam os estudos no Brasil. Diante disso, dentre os vários motivos que impedem a continuação de alunos nas escolas, a falta de condições financeiras, até mesmo para se deslocarem para a instituição, refletem diretamente a tamanha desigualdade da sociedade brasileira. Sendo assim, para ajudar nas fianças da família e na busca por melhores condições de vida, muitos indivíduos saem das escolas para se ingressarem no mercado de trabalho desde muito cedo, sabendo apenas o básico da educação que é a leitura e a escrita. Portanto, é papel do Governo promover o fim do analfabetismo, possibilitando educação de qualidade de forma enérgica para que desde o início de sua formação, o cidadão seja instruído e alfabetizado com eficácia na leitura, mas também compreensão, interpretação e organização de ideias e textos para que esteja pronto para desenvolver censo crítico diante daquilo a ele será imposto. Além disso, cabe a elaboração de projetos sociais que priorizem a dinâmica da leitura na sociedade visando um futuro melhor para os cidadãos brasileiros.