Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 25/03/2019

De um lado, a quantidade de vestibulares e concursos que fornecem a oportunidade de, a partir do estudo, garantir condições de vida melhores aumenta. Do outro, o analfabetismo funcional cresce gradualmente, fato esse causado, principalmente, pelo abandono da vida estudantil por parte de jovens e crianças.

É importante destacar que, problemas como esse normalmente têm suas origens desde o ensino básico nas escolas. Isso pode ser explicado pela utilização de metodologias muito tradicionais no Ensino Fundamental I e II, nas quais o aluno deve ficar sentado enquanto escuta informações sobre diversos conteúdos e cuja principal consequência é o desinteresse por parte dele. Exemplo disso é a diferença entre a proatividade de crianças em atividades que exigem movimento, tais como os esportes e as que requerem imobilidade e concentração, como a leitura.

Além disso, segundo a lei 597/07, o número máximo de alunos por professor deve variar entre 25 e 35. Entretanto, em diversas escolas essa faixa é excedida, o que pode privar diversos estudantes de terem o devido acompanhamento por parte do docente nas dificuldades individuais de cada um, resultando assim em desempenhos progressivamente mais baixos.

Portanto, é necessário que o Estado coopere. Cabe ao governo o estímulo à busca pelo conhecimento de maneira divertida e eficiente, a partir de palestras ministradas em instituições educacionais. E, ademais, a fiscalização de escolas quanto ao número de alunos por sala, por meio de órgãos como o Ministério da Educação (MEC), para que cada educando receba a devida assistência por parte do professor em suas dúvidas e dificuldades. Haverá assim, um ambiente escolar mais agradável e adequado para todos os indivíduos que buscarem obter um aprendizado de qualidade.