Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
Na Idade Média a leitura era restrita aos religiosos e membros da nobreza, sendo excludente para os demais da população. Mas, com passar do tempo e desenvolvimento educacional na contemporaneidade, a alfabetização é direito de todos e dever do Estado. Entretanto, embora enunciado na Constituição Federal, o analfabetismo funcional é temerário na realidade brasileira, sendo necessárias alternativas para reduzi-lo.
É indubitável que o capitalismo foi capaz de transformar a sociedade, produzindo empregos e acelerando o mercado, por outro lado, é grande percursor na desigualdade social. Dessa forma, o pai, a mãe e o filho tem necessidade de trabalhar desde cedo, como resultado o trabalho árduo é mais importante que a educação. Contudo, a hereditariedade acompanha, o pai é analfabeto a mãe também, o filho vai à escola, mas, é analfabeto funcional.
Em suma, embora o aluno matriculado frequente a escola, ele não consegue interpretar o texto, fica claro, que o problema não é o aluno, é a abordagem, conteúdo, método de estudo e aprendizagem. O investimento na educação acontece, mas não é o suficiente, falta análise do aluno individualmente e preparação do professor para os problemas já apresentados.
Portanto, o analfabetismo funcional no Brasil é fruto da desigualdade social e a falta de atenção na educação. A fim de atenuar o problema, o Governo Federal deve formular as políticas sociais já existentes, analisando os casos, fazendo visitas a famílias para ir de encontro com as necessidades presentes, promovendo o bem-estar social. É importante também que o Governo Federal em parceria com o MEC, elabore com auxilio dos professores uma nova abordagem na relação dos professores x alunos, fazendo capacitações ensinando eles a lidar com os tipos diferentes de absorção de conteúdo de cada aluno, transformando-os em adultos capazes de entender textos e problemas de outras áreas do saber.