Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

Educação, elemento fundamental para a formação intelectual, moral e física de indivíduos que se encontram inseridos na sociedade. Esse item que é indispensável na construção de profissionais, necessita de vários ajustes voltados não só para qualificação dos docentes, visto que o conhecimento do professor interfere no desempenho do aluno, como nos investimentos direcionados à civilização no Brasil, que possuí alto índice de  analfabetismo funcional.

O Brasil, ocupa o 53° lugar em educação entre os 65 países avaliados pelo (PISA), e mesmo com a implementação de um programa social que matriculou cerca de 98% das crianças em escolas, que segundo o IBGE ainda possuem 731 mil indivíduos, entre 6 a 12 anos que não frequentam nenhum tipo de instituto. Frente a esses dados, torna-se alarmante o percentual de analfabetismo funcional, onde o cidadão não possui a capacidade de exercer a interpretação de textos básicos ou até mesmo julgados mais complexos.

A grande negligência que ocorre na formação dos professores, deve-se a baixa qualidade de ensino das instituições educacionais, que sofrem com a falta de recursos para desenvolver profissionais capacitados. Somando ao fato que, é necessário, mais que um diploma para exercer um trabalho com êxito, torna-se essencial uma cobrasse maior do indivíduo, durante seu processo de evolução acadêmica, em busca de métodos para melhor repassar seus conhecimentos, dentre eles ferramentas mais dinâmicas e interativas.

Portanto, é preciso implementar uma educação que desloque o aluno de um nível mais coloquial da língua, para ele conseguir entender um texto, uma irônia, possuir a capacidade de distinguir um fato de uma opinião, porque sem isso não é possível formar uma sociedade com profissionais preparados para exercer sua função. Junto com o apoio do governo  visando o investimento de recursos voltados para educação, como também na criação de projetos de leitura nas escolas.