Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 25/03/2019

Ser alfabetizado não é somente ler a junção de letras, mas também  saber interpretar aquilo que se estar decodificando. Razão esta, que está preocupando muito o Ministério da Educação, visto que 29% da população brasileira são consideradas analfabetas funcionais, segundo dados de 2018 do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf).

Em primeiro análise, é notório que o Brasil tem avançado de forma significativa com o acesso a educação que outrora era pouco acessível à população. Prova disso, são milhares de pessoas que vivem em extrema pobreza,  que para sobreviver, muitas dependem do programa do governo Bolsa Família, tudo porque não tiveram uma oportunidade de mostrar seu potencial através da educação.

Em segundo plano, embora se tenha rompido fronteiras com o ensino para todos através de construções de escolas em todo território brasileiro, isso não faz do país ter uma boa educação. Pois, de nada serve ter quatro paredes e uma lousa se não tiver exelentes professores e principalmente, um bom sistema de educação que de fato ensinem os alunos

Em último estudo, cabe pontuar que a sociedade atual também tem comtribuído para a estabilidade dos índices de analfabetismos funcional no Brasil, em virtude das redes virtuais que atraem  jovens e crianças, do que um bom e velho livro.

Em síntese, que os cidadãos brasileiros prezem o desejo pela leitura, e para isso, e preciso que Ministério da Educação elabore alguns projetos como plantão de leitura e torneio de redação em instituiçoes de ensino, que alcancem toda a feixa etária que ainda não tiveram um contato com a leitura de forma proficiente. E por último, que os pais incentivem seus filhos a terem mais intimidade com a leitura didática, podando o uso excessivo das árias virtuais. Pois não há melhor caminho para combater a analfabetização a não ser, pela própria leitura.