Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o alto índice de analfabetos no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado somente na teoria e não desejavelmente na pratica e a problemática persiste intrinsecamente ligada á realidade do país, nesse sentido,convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para sociedade.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a dificuldade de matricular um criança em creches publicas rompe essa harmonia, tendo em vista que um grande parte dos pais não possuem dinheiro para colocar os filhos em creches privadas, assim adiando o processo de alfabetização da criança.

Outrossim, destaca-se o abandono da escola como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento observa-se que muitos jovens abandonam os estudos para poder ajudar com a renda familiar ou ajudar com os afazeres de casa.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem á construção de um mundo melhor. destarte, o MEC deve facilitar o acesso a creches e ao supletivo a pessoas mais pobre. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam o mundo. Logo, o Ministério da Educação deve instituir nas escolas palestras ministradas por educadores, que discutam o combate ao analfabetismo.