Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 25/03/2019

“Todos os homens têm, por natureza, desejo de conhecer.’’ A frase de um dos maiores filósofo gregos, Aristóteles, faz alusão ao eminente instinto humano de sempre buscar conhecimento. Porém, um dos maiores revés que a educação brasileira enfrentam na atualidade é problemática do analfabetismo funcional; é notório que são indivíduos escolarizados, que, embora, saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. Com efeito, refletindo na vida social e desenvolvimento do ser perante o corpo social, tornando-se uma situação preocupante, com fortes reflexos no mercado de trabalho, fomentando na invisibilidade seletiva de tais grupos. Um grande problema, que precisa rapidamente ser amenizado; para tal, a ineficiente atuação do Estado,e a lenta mentalidade social, de que é preciso não só aprender como também compreender, reforçam ainda mais este obstáculo.

É preciso, porém, reconhecer que atualmente, o analfabetismo funcional no Brasil, é definido como a incapacidade que uma pessoa demonstra ao não compreender textos simples, a maioria dos brasileiros, mesmo se achando “aptos” por possuírem um diploma de determinado nível de escolaridade, só conseguem decifrar, minimamente, letras, frases isoladas, algumas sentenças e textos curtos, constatando uma elevada dificuldade de interpretação de textos. Contudo, é preciso admitir que um país que não prioriza a educação como base fundamental e absoluta para o desenvolvimento do ser, torna-se a cada dia prisioneiro de espelhos deformadores da sociedade, degradando e fragmentando o futuro, que deveria ser regido por seres pensantes e ativos no corpo social.

Em detrimento dessa questão, é preciso, porém, reconhecer que uma das melhores alternativas a serem seguidas é formar um verdadeiro exército de leitores e escritores. Embora, pesquisas apontem, que, ano a ano, o brasileiro abandona o status de analfabeto. Contudo, é preciso admitir que o analfabetismo funcional parece que anda na contramão dessa evolução, com índices cada vez maiores, dados alarmantes indicam que mudanças são de nítida importância, bem como a priorização de Investimentos e a difusão da essencialidade da pratica da leitura constantemente por todos.

Fica claro, dessa forma, que é necessário uma maior atuação do Estado, para promoção de maiores investimentos na estruturação das escolas brasileiras, como também a valorização e capacitação dos agentes de educação. Faz-se necessário que o Ministério da Educação em conjunto com a mídia promovam o desenvolvimento campanhas e projetos de incentivo à educação e o exercício da leitura constantemente, para que, só assim haja uma maior qualidade de conhecimento,como também o desejo de conhecimento exposto na frase Aristóteles torne-se realidade na vida de todos.