Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
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Tem crescido muito nos últimos anos os debates a cerca do analfabetismo no Brasil, pois os índices assustam. De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE em 2016 cerca de 7,2% da população acima de 15 anos é analfabeta devido a questões sociais, históricas, dentre outras. Contudo, esse perfil deve, necessariamente, mudar, porque é um valor muito alto e acarreta diversas consequências, inclusive na qualificação proficional do indivíduo.
Em primeiro plano, é importante frizar que é um processo de cunho sócio-histórico que começou na colonização onde apenas homens ricos tinham acesso à educação e apenas em 1827 e 1932 que mulheres e pobres, consecutivamente, passaram a ter acesso ao ensino. Sob esse viés, até os dias atuais são refletidos esses problemas, uma vez que o ensino público, que atende as classes mais baixas, não apresenta estrutura suficiente para a demanda de crianças, lembrando que alfabetismo não é apenas ler em si, mas saber compreender e estruturar um texto .
Paralelamente a essa dimensão educacional, existe toda uma questão familiar, visto que é de extrema importância a participação da família não somente no âmbito escolar, mas também em questão de orientação, estrutura e incentivo. Além disso, professores e especialistas afirmam que
alunos cujos os pais interagem e auxiliam educacionalmente em casa tem melhor desempenho e mais vontade de aprender.
Portanto, é dever da Família juntamente com a Escola estruturar ações conjuntas, efetivamente, através de atividades dinâmicas que atraiam as crianças para a educação e deixem-as com vontade de aprender, levando o ensino para uma realidade contidiana dos jovens. Para que assim, de fato, exista um alfabetismo pleno, onde todos e todas possam ler um texto e entendê-lo sem se sentir constrangido ou ser excluído socialmente.