Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
São chamados analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples. Contudo, a falta de políticas públicas para oferecimento de um ensino básico de qualidade ainda mantém alto o índice de analfabetos funcionais. Ademais, a ausência do aluno na sala de aula também contribui para esse aumento gradativo. Logo, ainda é alarmante a evolução de analfabetos funcionais brasileiros em pleno século XXl.
Em primeiro lugar, a ineficiência no sistema de alfabetização atual coopera para um ensino básico de baixa qualidade que reflete diretamente no baixo desenvolvimento econômico e estrutural da sociedade. Outrossim, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 20% dos brasileiros são analfabetos funcionais, índice alto considerado atualmente.Certamente, a falta de investimento do governo tanto na educação, quanto nos professores gera uma reação em cadeia, em que o aluno é o mais prejudicado, recebendo um ensino básico de baixa qualidade com seu futuro comprometido e aumentando o índice de desigualdade social. Sobretudo, ainda são encontrados diversos obstáculos para combater o analfabetismo funcional no Brasil.
Por certo, a permanência dos alunos no espaço educacional é um desafio gigantesco, que ainda demonstra uma triste realidade brasileira. Além disso, a falta do hábito de leitura e a presença dos alunos nas escolas, faz com que o ambiente familiar e escolar sigam o mesmo plano para melhoria da educação do aluno. De certo, o incentivo dado ao estudante para ler deveria começar na escola e ser mantido em casa, com apoio e influência familiar. Indubitavelmente, a conscientização dos responsáveis à respeito da ausência do aluno no ambiente escolar deveria ser encarada com mais responsabilidade, pois é através da escola que o estudante começa a desenvolver os principais hábitos educativos.
Portanto, são necessárias alternativas que reduzam o analfabetismo funcional no Brasil. Dessarte, o governo como órgão de instância superior deveria investir em políticas públicas que foquem no aprendizado, como oficinas de leitura, campanhas de incentivo ao estudante e priorizar a verba do professor que atua como veículo de ensino para que o índice de analfabetos funcionais seja reduzido. Destarte, as escolas como meio de ensino e comunicação, deveriam tornar perceptíveis à ausência dos alunos nas áreas escolares, para que seja notificado à família, a ausência do indivíduo, fazendo com que escola e família caminhem juntas para a melhoria da educação do estudante. Assim, o número de analfabetos funcionais será reduzido cooperando para melhor desenvolvimento da população e uma redução significativa na desigualdade social, garantindo um futuro melhor para sociedade brasileira.