Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 25/03/2019

O Homo Sapiens como é conhecido o homem moderno é um ser racional, criativo e que usa o seu intelecto para superar as adversidades e reinventar o mundo ao seu redor, dessa maneira, o analfabetismo presente ainda em terras tupiniquins se eleva como um entrave à plena capacidade de muitos cidadãos. Ocorre, que em pleno século XXI, com a atual escalada de evoluções tecnológicas, acesso a informação e velocidade de comunicação; ao mesmo tempo em que pessoas analfabetas ou que sabem ler, mas que não conseguem assimilar e transmitir essa informação; surge um problema em que se cria uma espécie de escravização intelectual que coíbe oportunidades, opções de melhores condições de vida e até mesmo liberdade de existência, instigando, assim, o debate à mudança imediata desse cenário.

Nesse sentido, se a escravidão que permeou o Brasil nos séculos passado deixou sequelas sociais que afetam a nossa sociedade até os dias atuais, o analfabetismo irá marcar o nosso futuro enquanto ele existir ao ser observado como uma prisão intelectual do indivíduo. Visto que, por exemplo, a grande maioria do conhecimento humanístico, histórico e social de grandes pensadores da humanidade como  Victor Hugo, Aristóteles até o dramaturgo Machado de Assis está gravada no principal meio de registro atual, que é a escrita. Ademais, o próprio estadista e Nobel da Paz, Nelson Mandela, afirmava que a educação e o ensino são as principais armas para mudar o mundo e na busca desse caminho, o de respeitar os direitos humanos na plena existência da liberdade, é preciso vencer o analfabetismo.

Além disso, na atual globalização que o mundo se encontra, tanto no sentido de ideias, como no meio acadêmico ou mesmo mercadológico, visto  as oportunidades que todos trazem, não se pode permitir que se jogue fora essa chance. Tendo em vista, que ao se analisar um dos maiores fatores que permitem a atual criminalidade presente em países como o Brasil é a falta de oportunidade que muitos jovens e adultos vêem fora da criminalidade. Prova disso, é a quantidade de presidiários no Brasil que não completaram o ensino fundamental, com índices que ocupam mais de dois terços dos presídios.

É imprescindível, portanto, a mudança nesse cenário e uma maneira possível é que o incentivo a leitura seja algo mais concreto, algo que poderia ser mudado através de um projeto de lei em que o ministério da Educação, por proposta  legislativa do Poder Executivo, promulgasse uma lei em que canais de televisão aberta, tivessem todo dia um período que incentivasse à leitura. De maneira que, através de Lei todos os canais colocassem um texto para reflexão e leitura sobre a importância da educação como instrumento de civismo e oportunidade social, proporcionando, assim, um futuro melhor a muitos brasileiros.

nesse sentido o próprio estadista e Nobel da Paz Nelson Mandela afirmava que..