Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 15/04/2019

O acesso a educação, no Brasil, tem sido cada vez mais ampliado. Programas Federais vem garantindo o letramento de milhares de pessoas. No entanto, o analfabetismo funcional tem sido um entrave para os brasileiros. A arcaica metodologia de ensino e a ausência da leitura no cotidiano corroboram para essa problemática.

Não há uma redução no número de analfabetos funcionais no período de 10 anos, segundo o Indicador da Analfabetismo funcional(INAF). Diante disso, é possível observar que o método utilizado nas escolas está sendo ineficaz, na grande maioria, formando pessoas que decodifiquem letras e números e não seres críticos e pensantes. Consequentemente, essas pessoas não conseguem progredir na área formal da sociedade.

Além disso, os brasileiros não têm o hábito de ler. Em 2016, em uma pesquisa realizada pelo instituto Pró-Livro, constatou que os brasileiros leem em média 2,43 livros por ano, índice considerado baixo. A falta desse hábito contribui para a dificuldade de interpretar informações, já que é comprovado cientificamente que a leitura melhora o desempenho intelectual e cognitivo das pessoas.

Torna-se evidente, portanto, que a mudança no método de aprendizado e o hábito de leitura são alternativas para reduzir o analfabetismo funcional. O Governo Federal, em parceria com o Ministério da Educação(MEC), devem reformular os métodos aplicados nas escolas, por meio de debates com professores para encontrar um mais eficaz, a fim de garantir uma educação de melhor qualidade. Ademais, o MEC deve promover incentivos a leitura, por meio de rodas de debates, nas escolas, que discutam o assunto de determinado livro, a fim de estimular o hábito da leitura e a criticidade dos alunos.