Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 26/03/2019
A Constituição Federal de 1988 garante a todo cidadão brasileiro o direito à educação. Entretanto, esse plano teórico não condiz com a realidade brasileira, já que, segundo dados do IBGE, 3 em cada 10 pessoas são analfabetos funcionais no Brasil. Esse quadro é agravado devido a falta de investimentos governamentais e a falta de uma cultura de leitura. Dessa forma, governo e sociedade devem se unir para atenuar esse quadro.
No que concerne à problemática, no Brasil, muitas escolas, mesmo possuindo aparatos, como bibliotecas, não incentivam o hábito a leitura. Segundo o escritor e jornalista brasileiro, Gilberto Dimenstein, os indivíduos brasileiros em maioria, têm seus direitos garantidos apenas no plano teórico. Diante dessa perspectiva, é notório que a carência de capital direcionado à um ensino de qualidade permite a perpetuação do elevado índice de analfabetismo funcional.
Outrossim, é inegável que a falta de incentivo a interpretação de texto vem sido esquecida gradativamente, o que, agrava esse revés. Segundo Mário Quintana, “os verdadeiros analfabetos são os que aprendem a ler e não leem’’. Desse modo, o fato de muitos não construírem o hábito de ler e exercitar a mente, ocasiona na exacerbação desse fato infeliz, prejudicando os indivíduos no meio de trabalho, social e intelectual.
Diante do exposto, as secretarias municipais e estaduais de educação, em parceria com ONGs, devem criar oficinas de leitura e interpretação de texto que serão ofertadas no próprio ambiente escolar, para toda comunidade, e ministrados por pedagogos, professores de português e contadores de história semanalmente a fim de diminuir o índice de analfabetos funcionais no Brasil. Desse