Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 27/03/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. No entanto, o analfabetismo funcional no Brasil impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Nos dias de hoje, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no número de pessoas que embora saibam reconhecer números e letras, são incapazes de compreender textos simples e operações matemáticas mais elaboradas. Segundo estudo, três em cada dez pessoas são analfabetas funcionais no Brasil. Diante do exposto, é preciso mudar este fato.

Faz-se necessário, ainda, salientar a falta de importância dada a essa questão como impulsionadora do número de analfabetos funcionais na sociedade brasileira. Diante de tal contexto, é preciso levar o problema do analfabetismo funcional a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmo os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual,pessoal e profissional do individuo.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, é preciso que ONG’s que já têm projetos que abranjam esse público possa consolidar seus projetos, juntamente com as escolas, e possam trabalhar no letramento que é uma das soluções para erradicação do analfabetismo funcional, através de aulas, projetos com materiais didatísticos que facilitem a compreensão. A partir dessas ações, espera-se promover uma melhora das condições educacionais e sociais desse grupo.