Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 14/04/2019

A Constituição Federal, em seu artigo 205, aponta o dever do Estado e da Família em garantir o acesso a educação e ao zelo pelo bem-estar físico de todos os cidadãos. Porém, em razão do descaso Governamental, o número de analfabetos aumenta. E isso é um problema que acontece, sobretudo, pelo lapso no sistema de educação e desigualdades sociais

Observa-se, em primeira instância, que devido à um conjunto educacional falho, atrelado a falta de recursos públicos, cria-se um ensino básico de baixa qualidade. Por sua vez, analogamente, é responsável por atravancar o estímulo crítico e lógico necessário para compreender e decodificar textos simplórios. Em suma, a formação superficial segundo o INAF, gera por conseguinte, que  3 em cada 10 jovens e adultos sejam analfabetos funcionais.

Vale ressaltar ainda que, o nível escolar dos pais reflete diretamente na educação de seus filhos. Segundo o instituto Paulo Montenegro, quando os progenitores possuem nível superior, até 75% dos filhos são inteiramente alfabetizados. Dessa forma, a camada mais baixa da sociedade é à que mais sofre com a falta de ensinança adequada, aumentando as dessemelhanças de classe entre as camadas.

Portanto, urge a necessidade que o Governo Federal em convênio com o ministério da educação, devam estabelecer verbas para montar oficinas e minicursos de leitura e interpretação, que auxilem no aprendizado, por meio das secretárias educacionais, visando atenuar o problema do analfabetismo funcional e minimizar as disparidades sociais.