Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 20/04/2019
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa " As alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil " , hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste profundamente ligada à ralidade do país.
Em primeira análise, de maneira congênere, é possível perceber que no Brasil, As alternativas para reduzir o analfabetismo funcional rompe essa harmonia, haja visto que a derrubada do analfabetismo funcional exigem tempo, trabalho coordenado e planejamento. Segundo pesquisas da ( ONU ) de 2017, o índice de analfabetismo funcional no Canadá, foi o que mais caiu no mundo. Assim sendo, o Canadá foi o país que mais investiu tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como um forte investimento no ensino regular e fiscalizações frequentes nas escolas, para assim, a leitura, escrita e o pensamento critico seja um qualidade demostrada pelos alunos.
Ademais, destaca-se a falta de investimento na educação como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coletividade. Seguindo essa linha de pensamento, como reflexo disso, é importante pontuar, de inicio, a omissão do Ministério da Educação quanto à má formação dos jovens aonde não sabem interpretar um texto ou ter habilidades na leitura. À guisa de Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. As escolas brasileiras, entretanto, negligenciam o conhecimento dos alunos ao não instruí-los sobre os riscos de não ter habilidades e competência na leitura e as formas de preveni-las. Como reflexo de uma população ignorante frente a educação, 8,8% dos adolescentes formados no ensino regular mostram dificuldades na leitura e na interpretação de texto, no Brasil, segundo pesquisas recentes do jornal Extra.
É notório, portanto, que ainda há limitações para garantir a solidificação de políticos que visem à construção de um mundo melhor. Destarte, o Ministério da Educação deve implementar políticas como a do Canadá, que é agredir tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, por meio de um investimento mais eficiente no ensino básico e uma maior valorização dos profissionais da educação, para assim, superar essa problemática.