Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 27/04/2019

Segundo o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade “a leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas, a quase totalidade, não sente essa sede”. Por analogia, essa afirmação assemelha-se ao analfabetismo funcional no Brasil, que é caracterizado pela incapacidade que uma pessoa demonstra ao não compreender textos simples; Sem dúvida, é necessário alternativas para reduzi-lo.

Enquanto países como Alemanha e Estados Unidos têm apenas 1% da população analfabeta, o IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovou recentemente que 7,2% da população brasileira é composta por analfabetos. Outrossim, deve-se ressaltar que o analfabetismo causa impacto na democracia, visto que a educação é um dever do Estado.

Sob essa perspectiva, o Ministério da Educação criou o Pacto Nacional pela alfabetização na idade certa, entretanto, essa medida não se fez suficiente para reduzir o analfabetismo no Brasil, visto que ainda assim não há “oferta” de escolarização voltada à população que não teve oportunidade de frequentar a escola, ou seja, mesmo com incentivos ter a escolaridade ainda não é possível para todos.

Logo, torna-se fundamental uma ação conjunta entre Ministério da Educação e Governo, na qual esses, por meio de programas de escolarização, criação de escolas, distribuição de livro didáticos, política de apoio aos alunos e aulas de reforço com professores, devem proporcionar aos brasileiros menos favorecidos a oferta de escolarização, além de oferecer-lhes um ensino de qualidade e que atenda as dificuldades individuais de cada aluno. Assim, será possível reduzir o analfabetismo funcional no Brasil, e construir uma sociedade capaz de ler, compreender e interpretar textos corretamente.