Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 26/04/2019

De um lado,o Governo federal  destina parte do Produto Interno Bruto(PIB) da nação à educação.De outro lado, a errônea consciência social   de estudo e aprendizado  do brasileiro acaba por prejudicar seu aprendizado.Com isso, crenças limitantes, aliadas à consciência de que  se aprende somente na escola, formam analfabetos funcionais.                                                                                                                                          Nessa perspectiva, apesar das verbas públicas  liberadas pelo Governo Federal destinadas à educação -5% do PIB, segundo o jornal “Spotniks”-,apenas 22% dos jovens,ao chegar no ensino superior,estão plenamente alfabetizados, ou seja, sabem interpretar textos e resolver problemas matemáticos simples.Entretanto,78% dos estudantes encontram-se na condição de analfabetos funcionais,segundo o Indicador de Analfabetismo Funcional.Isso se deve, especialmente, a  crenças limitantes,como “não sou de exatas” ou “não sou de humanas”, embutidas no senso comum brasileiro, e a consciência social de que se vai à escola para aprender, algo completamente equivocado.Em primeira análise, as crenças limitantes fazem o indivíduo se autolimitar e,assim, nunca aprender, por exemplo, a matemática ou a gramática.Além disso,segundo Pedro Calabrez,Doutor em psicologia médica, o indivíduo deve buscar sempre a expansão do cérebro  se desafiando a aprender  novas habilidades, por exemplo, o aluno bom em história deve aprender física e vice-versa, pois só assim haverá  desenvolvimento intelectual e se evitará doenças como Alzheimer.Em segunda e última análise, a consciência social de que se aprende somente na sala de aula é equivocada,pois,conforme Pierluigi Piazzi, estudioso da neurociência,o indivíduo vai à escola somente para entender , por meio da explicação do professor ou mestre, e , além disso, não há aprendizado sem o estudo individual , como pré-requisito.             Em  consequência,as ditas crenças limitantes e a errônea consciência de estudo e aprendizado criam analfabetos funcionais , fazendo com que a nação ocupe o sexagésimo terceiro  lugar no ranking  que mede a qualidade do ensino em Ciências, Matemática e Leitura,em 70 países,dado divulgado pelo “Spotniks”.                                                                                                                                                                               Em suma,portanto, são necessárias ações visando a amenização do quadro.Logo, é mister que o Governo Federal, por meio do Ministério da Economia, estipule quanto deve ser investido em cada estudante, visando evitar desperdícios.Ademais,o Ministério da Educação deve incentivar o autodidatismo e a  leitura , por meio de propagandas estatais,  e ampliar as bibliotecas das escolas, por meio de verbas públicas.Consequentemente, se estimulará o desenvolvimento intelectual dos jovens e,assim, se reduzirá o índice de analfabetismo funcional e se evitará desperdícios de verbas públicas  que poderão ser investidas em feiras de matemática,ciências e literatura, de modo a difundir cultura e conhecimento.