Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 23/04/2019

Aperfeiçoando a humanidade

Com o crescimento da escala da informação na idade contemporânea, a internet e seus derivados proporcionaram o aumento da globalização no Brasil e uma consequente redução no índice de analfabetismo absoluto. No entanto, segundo a INAF (indicador de analfabetismo funcional) isso não ocorreu como esperado para o analfabetismo funcional. Por haver carência de um processo educativo facultativo que atenda jovens e adultos, interligado a uma formação de baixa qualidade.

Atualmente 3 em cada 10 pessoas no Brasil são analfabetos funcionais segundo o IBGE (instituto o brasileiro de geografia e estatísticas) incluindo jovens e adultos entre 15 e 64 anos de idade. O percursor da não recorrente procura de adultos para alfabetização é a incompatibilidade com o trabalho, que interfere ao exigir uma carga horária alta, impossibilitando um uso constante da leitura e aprendizagem.

Outro vilão do INAF é a falta de professores qualificados com formação específica, de acordo com o movimento todos pela educação cerca de cinquenta porcento dos professores não possuem formação específica, índice que repercute em escola públicas e privadas. Dessa forma governo acaba erroneamente diplomando indivíduos que não receberam orientação adequada.

Portanto, infere-se que é necessário que o ministério da educação e o conselho nacional da educação exijam dos professores atuarem somente nas áreas de sua respectiva formação. Além disso o governo deve implementar uma lei trabalhista reduza a carga horária de trabalho para um tempo determinado que permita adultos no qual forem comprovados a deficiência na alfabetização, um momento de aprendizagem supervisionado por um orientador educacional com formação específica. Já dizia Immanuel Kant, ao descobrir-se o problema da educação a humanidade é aperfeiçoada.