Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 26/04/2019

Analfabetismo funcional é quando o indivíduo não consegue efetuar tarefas simples envolvendo leituras e frases. São poucos os que conseguem decifrar números.   Assim, é perceptível os problemas que isso ocasiona, como: comprometimento do desenvolvimento pessoal e social - emprego, visão crítica e analítica. Percebe-se, também, um empobrecimento do debate público - analfabetismo político.

A princípio, vale destacar, que a socialização é fundamental para o desenvolvimento do indivíduo.  Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Paulo montenegro, 29% dos brasileiros são considerados analfabetos funcionais. Além disso, o alto índice de escolarização não garante  um aprendizado pleno, por exemplo: habilidades de relação, comparação e análise. O que afeta diretamente no ambiente de trabalho e social. À vista disso, o filósofo brasileiro, Paulo Freire, diz que, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Ou seja, muito ainda precisa ser feito para que o ensino cumpra sua plena função.

Atualmente, vive-se,  em um ambiente empobrecido de diálogo e compreensão. Quando o assunto é política, isso fica evidente. Segundo o escritor português, José Saramago: sem política não se organiza uma sociedade. O problema é que a sociedade está nas mãos de políticos profissionais. Assim, esse é um empecilho que atinge principalmente, pessoas que sofrem com analfabetismo funcional, pois, os mesmos, não conseguem compreender as propostas dos candidatos e desconhecem seus direitos. Trazendo a tona, uma sociedade alienada e incultural com a memória e história do país / risco de cometer os erros do passado.

Por conseguinte, atitudes devem ser tomadas para sanar o impasse. Primeiramente, é dever do ministério da educação identificar o problema através de exames complementares, e mais rigorosos como forma de fiscalização. Feito isso, ir em busca de soluciona-los e como forma de incentivo, premiar escolas que alcancem as metas estabelecidas. Ademais, em datas de campanha eleitoral a empatia precisa se fazer presente por parte dos candidatos. o Governo deve impor panfletos e propagandas de fácil compreensão, é necessário que a mídia também cumpra seu papel de transmitir  somente o que for verídico.