Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 28/04/2019

Segundo Immanuel Kant, a educação é fundamental para o futuro prospero de uma nação. Entretanto, quando se observa o analfabetismo funcional no Brasil e os seus níveis alarmantes, verifica-se que a educação brasileira está longe do ideal kantiano e precisa ser mudada.

Desse modo, é preciso analisar minuciosamente o sistema educacional do país, pois segundo matéria do Jornal da Record, apenas 8 em cada 100 pessoas dominam perfeitamente a leitura e produção textual, assim é necessário avaliar, principalmente, o modelo de ensino das escolas adotado pelo Estado, que infelizmente visa, por meio de aulas mal elaboradas e da falta de rigorosidade dos processos avaliativos aplicados, apenas formar alunos no ensino fundamental e médio e se esquece da qualidade da aprendizagem, formando assim milhões de analfabetos funcionais que não estão preparados para terem um vida intelectual ativa.

Em segundo plano, vale ressaltar a falta de investimento na educação por parte do governo, já que diversas escolas pelo Brasil não têm a infraestrutura adequada para atender às necessidades dos alunos, e como resultado tem-se a perda do interesse dos alunos para com os estudos e a  falta  de motivação dos professores em dar aulas.

Diante disso, a mudança precisa começar pela base socioeducacional do país, através de um sistema rígido e eficiente de aulas e provas, planejado e instalado pelo Ministério da Educação (MEC), afim de  demonstrar verdadeiramente os pontos fracos e fortes de cada aluno, e não esconde-los e aprovar o aluno apenas para que esse não gere mais dispensa para o Estado, como tem ocorrido ultimamente. Dessa forma, é evidente que para isso acontecer cabe ao Estado custear os gastos dessa reforma na educação e também aumentar os investimentos na infraestrutura das escolas, criando um ambiente propicio para a aprendizagem dos alunos.