Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 27/04/2019

O analfabetismo funcional é caracterizado pela dificuldade em entender e em se expressar por meio de letras ou de números.Por isso, tal situação causa problemáticas em tarefas simples do cotidiano brasileiro, como por exemplo ir ao mercado, pegar um ônibus e principalmente no pagamento de uma conta.Dessa forma, é primordial alternativas para diminuir esse entrave na comunicação e assim, os números de analfabetos no país.

Em primeira análise, o analfabeto funcional é produto não só de um Estado negligente, mas também da desigualdade social.Esse cenário foi retratado em ‘‘Vidas Secas’’, pelo autor Graciliano Ramos, aonde o personagem Fabiano tem uma forma de se comunicar descrita por bruta e dura como a terra seca.Logo, a dificuldade em se comunicar é resultado do escasso, ou nenhum, acesso à escola- que é a principal responsável em promover a instrução para quem quer ter articulação para ler e escrever.

Em segunda análise, não basta apenas uma política pública que crie mais escolas, é preciso uma rede de ensino de qualidade e competência para reduzir a quantidade de pessoas que sofrem para se expressar. Segundo uma análise do Ibope inteligência, 38 milhões de brasileiros, de 15 a 64 anos, são considerados analfabetos funcionais.Nesse sentido, cada uma dessas pessoas em evidência na pesquisa passa por desafios cotidianos diferentes na comunicação que precisam ser examinados para que os centros educacionais consigam suprir as expectativas de casa cidadão.

Logo, é preciso uma alternativa eficaz na redução do analfabetismo funcional no Brasil.Portanto, é imprescindível que o Ministério da Educação crie um projeto chamado de ‘‘Alfabeto Educativo’’.Nele, a população- de 15 a 64 anos, que não sabe se expressar por letras e números- será convidada por meio das mídias de comunicação à participar de um encontro para discutir qual a expectativa de cada um  em torno de aprender a ler e escrever.Tudo isso, a fim de ofertar um melhor ensino para esse público e se afastar de realidade exposta por Graciliano Ramos.