Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 29/04/2019

“O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. A frase do filósofo alemão, Immanuel Kant, demostra a importância que a educação possui para a construção de uma sociedade. Contudo, a realidade apresentada pela Brasil é de um número alto de analfabetos funcionais, ou seja, que não conseguem interpretar textos simples. É imprescindível mudar essa realidade.

De acordo com dados  divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o Brasil se encontra em último lugar no ranking de qualidade de educação. Esses dados refletem a precariedade do sistema educacional brasileiro que impede que os jovens tenham acesso a um ensino de qualidade garantido pela Constituição. Em suma, entende-se que essa situação é um dos maiores empecilhos para o desen-volvimento do país, pois a educação é primeiro passo para o crescimento de uma nação.

Segundo o filosofo grego Aristóteles: “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de suas desigualdades. Esse princípio mostra que, apesar da democracia garantir igualdade a todos os cidadãos, esta nem sempre deve ser executada da mesma maneira. Visto isso, é valido afirmar que, para alcançar uma educação mais igualitária, é preciso entender que cada indivíduo aprende de uma maneira diferente e cabe as instituições de ensino se adaptarem para atender aos alunos e sanar suas necessidades.

Fazem-se necessárias, portanto, medidas que acabem com esse proble-ma. Diante disso, preciso que o Ministério da Educação faça uma reforma educacional no país, intitulada “Jovens do futuro”. Assim, é preciso uma educação mais personalizada, ou seja, ao invés de apenas um professor explicando da mesma forma para todos, é preciso que seja apresentado mais opções de modos como o aluno possa aprender, como livros e internet métodos auxiliam na compreensão, tendo o professor como um guia. Desta forma, os alunos terão mais ferramentas para aprender melhor.