Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 29/05/2019
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se sobressai na sociedade. No entanto, quando se observa o analfabetismo funcional no Brasil, verifica-se que esse ideal Iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente a realidade do país. Nesse contexto, torna-se claro a insuficiência de estruturas especializadas no acompanhamento desse público, bem como o entendimento acerca do papel social desse arranjo.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Tal fato se repete nos escassos investimentos governamentais em educação básica em relação a interpretação de textos,segundo matéria exibida no jornal da Record, quase metade da população brasileira entre 15 e 64 anos sabe ler e escrever, mas tem dificuldade de interpretar textos, bem como organizar ideias no papel na argumentação, medidas que tornariam o ambiente escolar mais social entre os alunos, é devido à falta de administração e fiscalização pública, por parte de algumas gestões, isso não é firmado.
Outrossim, destaca-se a base comum curricular como impulsionador do impasse. De acordo com Durkheim o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar. Dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que atinge até mesmo estudantes de ensino superior.
É indubitável, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Destarte. o Ministério da Educação e Cultura deve inserir aulas de aprofundamento em interpretação textual nas escolas, através de professores específicos para essa tarefa. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam o mundo. Logo, o é dever do Estado à criação e implementação de um projeto nas escolas, a fim de que, o tecido social se desprenda de certos tabus.